<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0'><channel><item><title>STF Retoma Julgamento Sobre Critérios Para Gratuidade na Justiça do Trabalho</title><link>https://www.jurisite.com.br/stf-retoma-julgamento-sobre-criterios-para-gratuidade-na-justica-do-trabalho</link><pubDate>2026-05-25 09:05:18</pubDate><description><![CDATA[O STF retomou o julgamento que discute as regras para concess&atilde;o da Justi&ccedil;a gratuita na Justi&ccedil;a do Trabalho. Os ministros...]]></description><content><![CDATA[<p>O STF retomou o julgamento que discute as regras para concess&atilde;o da Justi&ccedil;a gratuita na Justi&ccedil;a do Trabalho. Os ministros analisam se a simples declara&ccedil;&atilde;o de hipossufici&ecirc;ncia financeira do trabalhador &eacute; suficiente para garantir o benef&iacute;cio ou se ser&aacute; necess&aacute;ria a comprova&ccedil;&atilde;o efetiva da falta de recursos, conforme altera&ccedil;&otilde;es feitas pela reforma trabalhista na CLT.</p>
<p>A a&ccedil;&atilde;o questiona os crit&eacute;rios estabelecidos pela reforma de 2017, que passaram a exigir par&acirc;metros mais objetivos para a concess&atilde;o da gratuidade processual. Parte das entidades envolvidas defende que o benef&iacute;cio seja limitado a trabalhadores com renda de at&eacute; 40% do teto do Regime Geral da Previd&ecirc;ncia Social, enquanto representantes sindicais argumentam que as regras n&atilde;o podem dificultar o acesso &agrave; Justi&ccedil;a.</p>
<p>At&eacute; o momento, a maioria dos ministros havia se manifestado favoravelmente &agrave; concess&atilde;o da isen&ccedil;&atilde;o de custas para pessoas com renda mensal de at&eacute; R$ 5 mil. O julgamento tamb&eacute;m envolve debates sobre litig&acirc;ncia excessiva, acesso ao Judici&aacute;rio e equil&iacute;brio entre prote&ccedil;&atilde;o ao trabalhador e seguran&ccedil;a jur&iacute;dica nas a&ccedil;&otilde;es trabalhistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Conjur</p>
<p>#STF #Justi&ccedil;aDoTrabalho #ReformaTrabalhista #DireitoTrabalhista</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus25(2).jpeg</url><title>STF Retoma Julgamento Sobre Critérios Para Gratuidade na Justiça do Trabalho</title><link>https://www.jurisite.com.br/stf-retoma-julgamento-sobre-criterios-para-gratuidade-na-justica-do-trabalho</link></image></item><item><title>INSS Notifica 15 Milhões de Beneficiários Pelo WhatsApp Para Regularizar Prova de Vida</title><link>https://www.jurisite.com.br/inss-notifica-15-milhoes-de-beneficiarios-pelo-whatsapp-para-regularizar-prova-de-vida</link><pubDate>2026-05-22 09:08:15</pubDate><description><![CDATA[O INSS iniciou o envio de notifica&ccedil;&otilde;es pelo WhatsApp para aposentados, pensionistas e benefici&aacute;rios de aux&iacute;lios que...]]></description><content><![CDATA[<p>O INSS iniciou o envio de notifica&ccedil;&otilde;es pelo WhatsApp para aposentados, pensionistas e benefici&aacute;rios de aux&iacute;lios que precisam regularizar a prova de vida. A medida busca evitar a suspens&atilde;o de pagamentos nos casos em que o sistema n&atilde;o conseguiu confirmar automaticamente que o segurado est&aacute; vivo. Ap&oacute;s receber o aviso, o benefici&aacute;rio ter&aacute; prazo de 30 dias para realizar a comprova&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Desde 2022, a prova de vida passou a ser feita de forma autom&aacute;tica por meio do cruzamento de dados em sistemas p&uacute;blicos, como vota&ccedil;&atilde;o em elei&ccedil;&otilde;es, vacina&ccedil;&atilde;o, renova&ccedil;&atilde;o da CNH e emiss&atilde;o de documentos. Apenas os segurados convocados precisam realizar o procedimento, podendo consultar a situa&ccedil;&atilde;o pelo aplicativo Meu INSS, site oficial ou pela Central 135.</p>
<p>A regulariza&ccedil;&atilde;o pode ser feita pelo Meu INSS, aplicativo do banco pagador ou presencialmente em ag&ecirc;ncia banc&aacute;ria. O instituto tamb&eacute;m refor&ccedil;ou o alerta contra golpes: mensagens oficiais s&atilde;o enviadas apenas pela conta verificada &ldquo;Governo do Brasil&rdquo; e n&atilde;o solicitam senhas, pagamentos ou envio de documentos por links. Qualquer solicita&ccedil;&atilde;o desse tipo deve ser tratada com desconfian&ccedil;a.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal Cont&aacute;beis</p>
<p>#INSS #ProvaDeVida #Aposentadoria #Benef&iacute;ciosPrevidenci&aacute;rios</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus22(1).jpeg</url><title>INSS Notifica 15 Milhões de Beneficiários Pelo WhatsApp Para Regularizar Prova de Vida</title><link>https://www.jurisite.com.br/inss-notifica-15-milhoes-de-beneficiarios-pelo-whatsapp-para-regularizar-prova-de-vida</link></image></item><item><title>TRT-2 Reconhece Burnout Como Doença Ocupacional e Condena Banco a Indenizar Funcionária</title><link>https://www.jurisite.com.br/trt-2-reconhece-burnout-como-doenca-ocupacional-e-condena-banco-a-indenizar-funcionaria</link><pubDate>2026-05-20 11:08:44</pubDate><description><![CDATA[A 1&ordf; Turma do TRT-2 reconheceu a s&iacute;ndrome de burnout como doen&ccedil;a ocupacional e condenou um banco a indenizar uma trabalhadora. O...]]></description><content><![CDATA[<p>A 1&ordf; Turma do TRT-2 reconheceu a s&iacute;ndrome de burnout como doen&ccedil;a ocupacional e condenou um banco a indenizar uma trabalhadora. O colegiado entendeu que o adoecimento teve rela&ccedil;&atilde;o direta com metas abusivas, press&atilde;o constante e jornadas prolongadas. A decis&atilde;o fixou indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 50 mil por danos morais e pens&atilde;o mensal vital&iacute;cia equivalente &agrave; remunera&ccedil;&atilde;o da empregada.</p>
<p>O caso apontou hist&oacute;rico de cobran&ccedil;as excessivas, ass&eacute;dio moral e sucessivos afastamentos por problemas como depress&atilde;o, ansiedade e esgotamento. Para o tribunal, as provas demonstraram o nexo entre o ambiente de trabalho e o adoecimento, al&eacute;m da falha da empresa em adotar medidas para preservar a sa&uacute;de mental da funcion&aacute;ria.</p>
<p>A decis&atilde;o refor&ccedil;a o avan&ccedil;o do tema na Justi&ccedil;a do Trabalho e a responsabilidade das empresas. Com a atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1, cresce a exig&ecirc;ncia de preven&ccedil;&atilde;o de riscos psicossociais, incluindo controle de metas, jornadas e ambiente organizacional, para evitar adoecimento e reduzir passivos trabalhistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal Cont&aacute;beis</p>
<p>#Sa&uacute;deMental #DireitoTrabalhista #Burnout #Empresas</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus20(3).jpeg</url><title>TRT-2 Reconhece Burnout Como Doença Ocupacional e Condena Banco a Indenizar Funcionária</title><link>https://www.jurisite.com.br/trt-2-reconhece-burnout-como-doenca-ocupacional-e-condena-banco-a-indenizar-funcionaria</link></image></item><item><title>Nome Social no Trabalho: Respeito à Identidade e Dever de Prevenir Discriminação</title><link>https://www.jurisite.com.br/nome-social-no-trabalho-respeito-a-identidade-e-dever-de-prevenir-discriminacao</link><pubDate>2026-05-19 10:25:14</pubDate><description><![CDATA[O uso do nome social no ambiente de trabalho &eacute; reconhecido como direito ligado &agrave; dignidade humana e ao combate &agrave;...]]></description><content><![CDATA[<p>O uso do nome social no ambiente de trabalho &eacute; reconhecido como direito ligado &agrave; dignidade humana e ao combate &agrave; discrimina&ccedil;&atilde;o. A Justi&ccedil;a do Trabalho tem refor&ccedil;ado que empresas devem garantir a identifica&ccedil;&atilde;o correta de pessoas trans em sistemas, crach&aacute;s e comunica&ccedil;&otilde;es internas, sob risco de condena&ccedil;&atilde;o por dano moral quando h&aacute; demora ou resist&ecirc;ncia injustificada.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, o empregador deve assegurar um ambiente respeitoso, adotando o nome social em todos os registros cotidianos. A manuten&ccedil;&atilde;o do nome civil pode gerar constrangimento cont&iacute;nuo e at&eacute; caracterizar viol&ecirc;ncia institucional. O dever de preven&ccedil;&atilde;o inclui ajustes internos &aacute;geis, independentemente de atualiza&ccedil;&otilde;es em registros externos.</p>
<p>Decis&otilde;es recentes mostram que a omiss&atilde;o pode gerar indeniza&ccedil;&otilde;es relevantes, especialmente quando exp&otilde;e trabalhadores a situa&ccedil;&otilde;es repetitivas de desrespeito. O Judici&aacute;rio tamb&eacute;m orienta a an&aacute;lise com perspectiva antidiscriminat&oacute;ria, refor&ccedil;ando que pr&aacute;ticas inclusivas s&atilde;o essenciais para garantir equidade, perman&ecirc;ncia e um ambiente profissional seguro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal de Not&iacute;cias da Justi&ccedil;a do Trabalho</p>
<p>#NomeSocial #DireitosTrabalhistas #Inclus&atilde;o #Diversidade</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus19(2).jpeg</url><title>Nome Social no Trabalho: Respeito à Identidade e Dever de Prevenir Discriminação</title><link>https://www.jurisite.com.br/nome-social-no-trabalho-respeito-a-identidade-e-dever-de-prevenir-discriminacao</link></image></item><item><title>Acúmulo De Pensão Por Morte De Cônjuge Com a De Filho É Válido, Decide TRF-3</title><link>https://www.jurisite.com.br/acumulo-de-pensao-por-morte-de-conjuge-com-a-de-filho-e-valido-decide-trf-3</link><pubDate>2026-05-18 09:07:56</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a Federal reconheceu que &eacute; poss&iacute;vel acumular pens&atilde;o por morte de c&ocirc;njuge com benef&iacute;cio decorrente do...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a Federal reconheceu que &eacute; poss&iacute;vel acumular pens&atilde;o por morte de c&ocirc;njuge com benef&iacute;cio decorrente do falecimento de filho. O entendimento refor&ccedil;a que a legisla&ccedil;&atilde;o pro&iacute;be apenas o recebimento simult&acirc;neo de pens&otilde;es originadas de c&ocirc;njuges ou companheiros, n&atilde;o havendo veda&ccedil;&atilde;o para benef&iacute;cios com origens distintas.</p>
<p>No caso analisado, o INSS havia negado o pedido de pens&atilde;o por morte do marido a uma idosa que j&aacute; recebia benef&iacute;cio pela morte do filho. A decis&atilde;o judicial considerou que houve falha na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o, j&aacute; que a negativa contrariou a interpreta&ccedil;&atilde;o correta da lei previdenci&aacute;ria, levando a autora a buscar o reconhecimento do direito na Justi&ccedil;a.</p>
<p>Al&eacute;m de determinar a concess&atilde;o da pens&atilde;o, o tribunal fixou indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais. Foi considerado que a negativa indevida deixou a segurada, em condi&ccedil;&atilde;o de alta vulnerabilidade, sem renda adequada por longo per&iacute;odo, configurando viola&ccedil;&atilde;o de direitos e justificando a compensa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Conjur</p>
<p>#Previd&ecirc;ncia #INSS #DireitoPrevidenci&aacute;rio #Justi&ccedil;a</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus18(2).jpeg</url><title>Acúmulo De Pensão Por Morte De Cônjuge Com a De Filho É Válido, Decide TRF-3</title><link>https://www.jurisite.com.br/acumulo-de-pensao-por-morte-de-conjuge-com-a-de-filho-e-valido-decide-trf-3</link></image></item><item><title>STJ Anula Empréstimo Contratado por Analfabeto em Caixa Eletrônico</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-anula-emprestimo-contratado-por-analfabeto-em-caixa-eletronico</link><pubDate>2026-05-14 09:38:04</pubDate><description><![CDATA[O STJ decidiu que empr&eacute;stimos consignados feitos por pessoas analfabetas em caixas eletr&ocirc;nicos s&atilde;o nulos quando n&atilde;o...]]></description><content><![CDATA[<p>O STJ decidiu que empr&eacute;stimos consignados feitos por pessoas analfabetas em caixas eletr&ocirc;nicos s&atilde;o nulos quando n&atilde;o cumprem as exig&ecirc;ncias legais. A Corte entendeu que a contrata&ccedil;&atilde;o digital n&atilde;o dispensa formalidades como assinatura a rogo e presen&ccedil;a de testemunhas, necess&aacute;rias para garantir a manifesta&ccedil;&atilde;o de vontade.</p>
<p>O entendimento refor&ccedil;a que, embora a pessoa analfabeta tenha capacidade civil, contratos desse tipo exigem prote&ccedil;&atilde;o adicional. O uso de cart&atilde;o e senha comprova apenas a identifica&ccedil;&atilde;o no sistema banc&aacute;rio, mas n&atilde;o substitui a confirma&ccedil;&atilde;o v&aacute;lida de consentimento em opera&ccedil;&otilde;es complexas, como empr&eacute;stimos.</p>
<p>Com a decis&atilde;o, os contratos foram anulados e os valores descontados indevidamente devem ser devolvidos, com possibilidade de compensa&ccedil;&atilde;o pelos valores recebidos. O caso destaca a import&acirc;ncia de conhecer as garantias legais para evitar nulidade e proteger o consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#STJ #DireitoDoConsumidor #Empr&eacute;stimoConsignado #Justi&ccedil;a</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus14-2.jpeg</url><title>STJ Anula Empréstimo Contratado por Analfabeto em Caixa Eletrônico</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-anula-emprestimo-contratado-por-analfabeto-em-caixa-eletronico</link></image></item><item><title>Juiz Não Pode Decretar Revelia em Audiência Sem Analisar Atestado Médico</title><link>https://www.jurisite.com.br/juiz-nao-pode-decretar-revelia-em-audiencia-sem-analisar-atestado-medico</link><pubDate>2026-05-13 10:08:02</pubDate><description><![CDATA[A decreta&ccedil;&atilde;o de revelia &eacute; considerada nula quando o juiz deixa de analisar previamente um atestado m&eacute;dico que justifique...]]></description><content><![CDATA[<p>A decreta&ccedil;&atilde;o de revelia &eacute; considerada nula quando o juiz deixa de analisar previamente um atestado m&eacute;dico que justifique a aus&ecirc;ncia em audi&ecirc;ncia. Esse entendimento aponta que a omiss&atilde;o configura cerceamento do direito de defesa, invalidando os atos processuais posteriores.</p>
<p>Com base nisso, uma turma recursal anulou a senten&ccedil;a que havia declarado a revelia de uma idosa em disputa civil. Mesmo com pedido de adiamento apresentado por advogados, acompanhado de atestado m&eacute;dico e documenta&ccedil;&atilde;o de tratamento, a audi&ecirc;ncia foi realizada sem sua presen&ccedil;a.</p>
<p>Como resultado, a decis&atilde;o anterior, que presumiu verdadeiros os fatos da parte autora e imp&ocirc;s obriga&ccedil;&otilde;es &agrave; idosa, foi anulada. O caso refor&ccedil;a que o Judici&aacute;rio deve avaliar justificativas de aus&ecirc;ncia para garantir o contradit&oacute;rio e a ampla defesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Conjur</p>
<p>#DireitoProcessual #Revelia #Justi&ccedil;a #AmplaDefesa</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus13-2.jpeg</url><title>Juiz Não Pode Decretar Revelia em Audiência Sem Analisar Atestado Médico</title><link>https://www.jurisite.com.br/juiz-nao-pode-decretar-revelia-em-audiencia-sem-analisar-atestado-medico</link></image></item><item><title>STJ: Motoristas e Cobradores Têm Direito à Aposentadoria por Penosidade</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-motoristas-e-cobradores-tem-direito-a-aposentadoria-por-penosidade</link><pubDate>2026-05-12 08:48:51</pubDate><description><![CDATA[O STJ decidiu que motoristas e cobradores podem ter direito &agrave; aposentadoria especial por penosidade, mesmo ap&oacute;s o fim do enquadramento...]]></description><content><![CDATA[<p>O STJ decidiu que motoristas e cobradores podem ter direito &agrave; aposentadoria especial por penosidade, mesmo ap&oacute;s o fim do enquadramento autom&aacute;tico por categoria profissional em 1995. A concess&atilde;o, por&eacute;m, depende da comprova&ccedil;&atilde;o, por per&iacute;cia t&eacute;cnica, de que a atividade exp&otilde;e o trabalhador a desgaste f&iacute;sico ou mental de forma habitual e permanente.</p>
<p>O entendimento estabelece que a penosidade pode ser reconhecida mesmo sem previs&atilde;o expressa em normas previdenci&aacute;rias, desde que fique demonstrado preju&iacute;zo &agrave; sa&uacute;de ou &agrave; integridade f&iacute;sica. Diferente da insalubridade, que envolve agentes externos, a penosidade est&aacute; ligada &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de execu&ccedil;&atilde;o do trabalho, como jornadas intensas, aten&ccedil;&atilde;o constante e situa&ccedil;&otilde;es adversas.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, cada caso deve ser analisado individualmente, com base em laudos que considerem fatores como tipo de ve&iacute;culo, trajetos e rotina de trabalho. Em decis&otilde;es recentes, foram reconhecidas condi&ccedil;&otilde;es como jornadas exaustivas, estradas prec&aacute;rias e risco de viol&ecirc;ncia, refor&ccedil;ando o direito ao benef&iacute;cio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#STJ #AposentadoriaEspecial #INSS #DireitoPrevidenci&aacute;rio</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus12-2.jpeg</url><title>STJ: Motoristas e Cobradores Têm Direito à Aposentadoria por Penosidade</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-motoristas-e-cobradores-tem-direito-a-aposentadoria-por-penosidade</link></image></item><item><title>MTE Lança Guia Sobre as Novidades da NR-1 e Riscos Psicossociais</title><link>https://www.jurisite.com.br/mte-lanca-guia-sobre-as-novidades-da-nr-1-e-riscos-psicossociais</link><pubDate>2026-05-12 08:46:56</pubDate><description><![CDATA[O Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego publicou um novo guia com perguntas e respostas sobre a NR-1, trazendo orienta&ccedil;&otilde;es para...]]></description><content><![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego publicou um novo guia com perguntas e respostas sobre a NR-1, trazendo orienta&ccedil;&otilde;es para empresas e profissionais de Seguran&ccedil;a e Sa&uacute;de no Trabalho sobre a gest&atilde;o de riscos ocupacionais, com destaque para os riscos psicossociais. O material esclarece d&uacute;vidas sobre o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), documentos aceitos como comprova&ccedil;&atilde;o e responsabilidades das empresas na identifica&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o desses fatores.</p>
<p>O guia refor&ccedil;a que todas as empresas devem incluir os riscos psicossociais na Avalia&ccedil;&atilde;o Ergon&ocirc;mica Preliminar (AEP), integrada ao GRO da NR-1. A norma tamb&eacute;m determina que a gest&atilde;o seja cont&iacute;nua, envolvendo identifica&ccedil;&atilde;o de perigos, avalia&ccedil;&atilde;o de riscos, implementa&ccedil;&atilde;o de medidas preventivas e acompanhamento das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Question&aacute;rios isolados n&atilde;o ser&atilde;o suficientes para comprovar a gest&atilde;o adequada dos riscos.</p>
<p>A fiscaliza&ccedil;&atilde;o ir&aacute; analisar a efetividade das a&ccedil;&otilde;es adotadas, al&eacute;m da participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores no processo. As regras tamb&eacute;m se aplicam ao trabalho presencial, h&iacute;brido e remoto. Para pequenas empresas dispensadas do PGR, a AEP ser&aacute; o principal documento de comprova&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal Cont&aacute;beis</p>
<p>#NR1 #Sa&uacute;deMentalNoTrabalho #Seguran&ccedil;aDoTrabalho #Gest&atilde;oDeRiscos</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus12(1).jpeg</url><title>MTE Lança Guia Sobre as Novidades da NR-1 e Riscos Psicossociais</title><link>https://www.jurisite.com.br/mte-lanca-guia-sobre-as-novidades-da-nr-1-e-riscos-psicossociais</link></image></item><item><title>STJ Invalida Cláusula Retroativa de Separação de Bens em União Estável</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-invalida-clausula-retroativa-de-separacao-de-bens-em-uniao-estavel</link><pubDate>2026-05-07 10:19:10</pubDate><description><![CDATA[O STJ decidiu invalidar cl&aacute;usula que previa a retroatividade do regime de separa&ccedil;&atilde;o total de bens em uni&atilde;o...]]></description><content><![CDATA[<p>O STJ decidiu invalidar cl&aacute;usula que previa a retroatividade do regime de separa&ccedil;&atilde;o total de bens em uni&atilde;o est&aacute;vel. O entendimento foi de que a altera&ccedil;&atilde;o do regime s&oacute; pode produzir efeitos futuros, garantindo seguran&ccedil;a jur&iacute;dica e evitando preju&iacute;zos na partilha de bens. Com isso, o processo retorna &agrave; inst&acirc;ncia de origem para reavaliar poss&iacute;veis irregularidades na aquisi&ccedil;&atilde;o de bens registrados em nome de terceiros.</p>
<p>A discuss&atilde;o surgiu ap&oacute;s decis&atilde;o anterior que havia validado a cl&aacute;usula e afastado a an&aacute;lise sobre a titularidade dos bens. No entanto, o tribunal superior considerou que a retroatividade compromete direitos relacionados ao patrim&ocirc;nio adquirido durante a conviv&ecirc;ncia, especialmente quando h&aacute; ind&iacute;cios de esfor&ccedil;o comum entre as partes.</p>
<p>A decis&atilde;o refor&ccedil;a o entendimento de que mudan&ccedil;as no regime de bens devem respeitar limites legais e n&atilde;o podem afetar situa&ccedil;&otilde;es passadas. Al&eacute;m disso, eventuais impactos sobre terceiros de boa-f&eacute; devem ser resolvidos por meio de indeniza&ccedil;&atilde;o, preservando a seguran&ccedil;a das rela&ccedil;&otilde;es jur&iacute;dicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDeFam&iacute;lia #STJ #Uni&atilde;oEst&aacute;vel #Seguran&ccedil;aJur&iacute;dica</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus07(1).jpeg</url><title>STJ Invalida Cláusula Retroativa de Separação de Bens em União Estável</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-invalida-clausula-retroativa-de-separacao-de-bens-em-uniao-estavel</link></image></item></channel></rss>