<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0'><channel><item><title>Plano de Saúde: Cláusula Sem Percentual Expresso Invalida Reajuste por Idade</title><link>https://www.jurisite.com.br/plano-de-saude-clausula-sem-percentual-expresso-invalida-reajuste-por-idade</link><pubDate>2026-07-28 08:55:16</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo declarou nulas as cl&aacute;usulas de um contrato de plano de sa&uacute;de que previam reajustes por faixa...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo declarou nulas as cl&aacute;usulas de um contrato de plano de sa&uacute;de que previam reajustes por faixa et&aacute;ria sem informar, de forma clara, os percentuais aplic&aacute;veis. O entendimento foi de que a falta de transpar&ecirc;ncia impede o consumidor de conhecer previamente o impacto financeiro das cobran&ccedil;as, tornando os aumentos contratuais inv&aacute;lidos.</p>
<p>No caso, o benefici&aacute;rio teve um aumento significativo na mensalidade ao mudar de faixa et&aacute;ria. Durante o processo, uma per&iacute;cia constatou que o contrato n&atilde;o apresentava a tabela de valores nem os percentuais de reajuste, e a operadora n&atilde;o conseguiu comprovar a metodologia atuarial utilizada para justificar os aumentos.</p>
<p>Com a decis&atilde;o, foi determinado o rec&aacute;lculo das mensalidades sem os reajustes por idade, mantendo apenas os reajustes anuais autorizados pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar (ANS). A operadora tamb&eacute;m dever&aacute; devolver os valores cobrados a mais, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia da transpar&ecirc;ncia e do cumprimento das normas de prote&ccedil;&atilde;o ao consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#PlanoDeSa&uacute;de #DireitoDoConsumidor #ANS #Justi&ccedil;a</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus28(2).jpeg</url><title>Plano de Saúde: Cláusula Sem Percentual Expresso Invalida Reajuste por Idade</title><link>https://www.jurisite.com.br/plano-de-saude-clausula-sem-percentual-expresso-invalida-reajuste-por-idade</link></image></item><item><title>Pedido de Prisão Domiciliar Pode Ser Avaliado Antes da Prisão Definitiva</title><link>https://www.jurisite.com.br/pedido-de-prisao-domiciliar-pode-ser-avaliado-antes-da-prisao-definitiva</link><pubDate>2026-07-27 09:59:20</pubDate><description><![CDATA[O Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo decidiu que o pedido de pris&atilde;o domiciliar pode ser analisado pelo ju&iacute;zo da...]]></description><content><![CDATA[<p>O Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo decidiu que o pedido de pris&atilde;o domiciliar pode ser analisado pelo ju&iacute;zo da execu&ccedil;&atilde;o antes mesmo do in&iacute;cio do cumprimento da pena. O entendimento &eacute; de que a emiss&atilde;o da guia de recolhimento definitiva j&aacute; &eacute; suficiente para que o juiz avalie benef&iacute;cios previstos na execu&ccedil;&atilde;o penal, sem a necessidade de o condenado ser recolhido ao sistema prisional.</p>
<p>No caso analisado, uma mulher condenada por crimes previstos na Lei de Drogas solicitou pris&atilde;o domiciliar por ser m&atilde;e solo de duas crian&ccedil;as, uma delas menor de dez anos. O pedido havia sido considerado prejudicado pelo ju&iacute;zo da execu&ccedil;&atilde;o, sob o argumento de que a condenada ainda n&atilde;o havia iniciado o cumprimento da pena em estabelecimento prisional.</p>
<p>Ao analisar o habeas corpus, o tribunal suspendeu a expedi&ccedil;&atilde;o do mandado de pris&atilde;o e determinou o retorno do processo ao ju&iacute;zo da execu&ccedil;&atilde;o para que o pedido de pris&atilde;o domiciliar seja apreciado. A decis&atilde;o refor&ccedil;a que a an&aacute;lise de benef&iacute;cios execut&oacute;rios pode ocorrer ap&oacute;s a emiss&atilde;o da guia definitiva, independentemente do recolhimento ao c&aacute;rcere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Consultor Jur&iacute;dico</p>
<p>#DireitoPenal #Execu&ccedil;&atilde;oPenal #Pris&atilde;oDomiciliar #Justi&ccedil;a</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus27(4).jpeg</url><title>Pedido de Prisão Domiciliar Pode Ser Avaliado Antes da Prisão Definitiva</title><link>https://www.jurisite.com.br/pedido-de-prisao-domiciliar-pode-ser-avaliado-antes-da-prisao-definitiva</link></image></item><item><title>CNJ Ordena Revisão de Execuções Fiscais e Veta Cobrança Após Prescrição</title><link>https://www.jurisite.com.br/cnj-ordena-revisao-de-execucoes-fiscais-e-veta-cobranca-apos-prescricao</link><pubDate>2026-07-24 09:37:20</pubDate><description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ) aprovou uma resolu&ccedil;&atilde;o que determina a revis&atilde;o de execu&ccedil;&otilde;es fiscais...]]></description><content><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ) aprovou uma resolu&ccedil;&atilde;o que determina a revis&atilde;o de execu&ccedil;&otilde;es fiscais antigas e pro&iacute;be a cobran&ccedil;a de cr&eacute;ditos tribut&aacute;rios j&aacute; atingidos pela prescri&ccedil;&atilde;o intercorrente. A medida obriga os tribunais a intimarem a Fazenda P&uacute;blica em processos distribu&iacute;dos h&aacute; mais de 15 anos ou suspensos h&aacute; mais de seis anos, permitindo a an&aacute;lise da continuidade ou extin&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Caso seja reconhecida a prescri&ccedil;&atilde;o, ficam proibidas novas cobran&ccedil;as judiciais e extrajudiciais referentes ao mesmo d&eacute;bito, incluindo protesto da d&iacute;vida, inscri&ccedil;&atilde;o em cadastros de inadimplentes e outras medidas administrativas. A resolu&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m prev&ecirc; o encerramento imediato de restri&ccedil;&otilde;es relacionadas aos cr&eacute;ditos j&aacute; extintos.</p>
<p>Al&eacute;m disso, os tribunais dever&atilde;o implantar sistemas automatizados para controlar prazos das execu&ccedil;&otilde;es fiscais, identificar processos paralisados e emitir alertas sobre prescri&ccedil;&atilde;o. A iniciativa busca reduzir o ac&uacute;mulo de processos, aumentar a efici&ecirc;ncia do Judici&aacute;rio e garantir maior seguran&ccedil;a jur&iacute;dica para contribuintes e para a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#Execu&ccedil;&atilde;oFiscal #CNJ #DireitoTribut&aacute;rio #Seguran&ccedil;aJur&iacute;dica</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus24(5).jpeg</url><title>CNJ Ordena Revisão de Execuções Fiscais e Veta Cobrança Após Prescrição</title><link>https://www.jurisite.com.br/cnj-ordena-revisao-de-execucoes-fiscais-e-veta-cobranca-apos-prescricao</link></image></item><item><title>NR-1 Pode Acelerar Nova Onda de Processos Trabalhistas</title><link>https://www.jurisite.com.br/nr-1-pode-acelerar-nova-onda-de-processos-trabalhistas</link><pubDate>2026-07-23 09:13:20</pubDate><description><![CDATA[O n&uacute;mero de a&ccedil;&otilde;es trabalhistas voltou a crescer nos &uacute;ltimos anos e a implementa&ccedil;&atilde;o da nova NR-1 pode...]]></description><content><![CDATA[<p>O n&uacute;mero de a&ccedil;&otilde;es trabalhistas voltou a crescer nos &uacute;ltimos anos e a implementa&ccedil;&atilde;o da nova NR-1 pode intensificar esse cen&aacute;rio. A norma exige que empresas de todos os portes incluam a preven&ccedil;&atilde;o de riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), com foco em quest&otilde;es como ass&eacute;dio, sobrecarga de trabalho e prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de mental dos colaboradores.</p>
<p>A ado&ccedil;&atilde;o dessas medidas torna a preven&ccedil;&atilde;o um importante fator para reduzir riscos jur&iacute;dicos. Empresas que n&atilde;o investirem em treinamentos, canais de den&uacute;ncia, pol&iacute;ticas internas e a&ccedil;&otilde;es voltadas ao bem-estar dos trabalhadores poder&atilde;o ficar mais expostas a reclama&ccedil;&otilde;es relacionadas ao ambiente de trabalho e &agrave; sa&uacute;de mental.</p>
<p>Al&eacute;m da NR-1, fatores como a expans&atilde;o do trabalho h&iacute;brido, da pejotiza&ccedil;&atilde;o, das plataformas digitais e o aumento da conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre direitos trabalhistas t&ecirc;m contribu&iacute;do para o crescimento das a&ccedil;&otilde;es judiciais. Nesse contexto, fortalecer o compliance trabalhista e revisar processos internos ser&aacute; essencial para prevenir conflitos e garantir maior seguran&ccedil;a jur&iacute;dica &agrave;s empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDoTrabalho #NR1 #ComplianceTrabalhista #Gest&atilde;oEmpresarial</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus23(4).jpeg</url><title>NR-1 Pode Acelerar Nova Onda de Processos Trabalhistas</title><link>https://www.jurisite.com.br/nr-1-pode-acelerar-nova-onda-de-processos-trabalhistas</link></image></item><item><title>Investimento Baseado em Fraude Gera Dever de Restituição Integral e Nulidade do Contrato</title><link>https://www.jurisite.com.br/investimento-baseado-em-fraude-gera-dever-de-restituicao-integral-e-nulidade-do-contrato</link><pubDate>2026-07-22 08:07:22</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo anulou um contrato de investimento firmado com base em um esquema fraudulento e determinou a...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo anulou um contrato de investimento firmado com base em um esquema fraudulento e determinou a devolu&ccedil;&atilde;o integral dos valores pagos pelas v&iacute;timas. O caso envolvia a promessa de rentabilidade de 200% em at&eacute; 24 meses, mas, ap&oacute;s investirem cerca de R$ 746 mil, os investidores n&atilde;o conseguiram reaver o dinheiro.</p>
<p>Ao analisar o processo, a magistrada concluiu que o suposto investimento fazia parte de uma pir&acirc;mide financeira sem autoriza&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os competentes. Como o objeto do contrato era il&iacute;cito, o neg&oacute;cio foi considerado nulo, garantindo &agrave;s v&iacute;timas o direito &agrave; restitui&ccedil;&atilde;o integral dos valores, al&eacute;m de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais.</p>
<p>A decis&atilde;o tamb&eacute;m reconheceu como fraudulentas as transfer&ecirc;ncias de bens realizadas pelo respons&aacute;vel pelo golpe para tentar ocultar seu patrim&ocirc;nio e dificultar o pagamento aos credores. Diante das provas, a Justi&ccedil;a anulou essas opera&ccedil;&otilde;es e fixou indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 15 mil por danos morais &agrave;s v&iacute;timas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Consultor Jur&iacute;dico</p>
<p>#DireitoCivil #FraudeFinanceira #Golpe #Justi&ccedil;a</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus22(3).jpeg</url><title>Investimento Baseado em Fraude Gera Dever de Restituição Integral e Nulidade do Contrato</title><link>https://www.jurisite.com.br/investimento-baseado-em-fraude-gera-dever-de-restituicao-integral-e-nulidade-do-contrato</link></image></item><item><title>Gol, Decolar e Livelo Indenizarão Passageiros Por Erro em Bilhetes</title><link>https://www.jurisite.com.br/gol-decolar-e-livelo-indenizarao-passageiros-por-erro-em-bilhetes</link><pubDate>2026-07-21 09:32:25</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a condenou solidariamente as empresas Gol, Decolar e Livelo ao pagamento de R$ 7,5 mil por danos morais a passageiros que tiveram...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a condenou solidariamente as empresas Gol, Decolar e Livelo ao pagamento de R$ 7,5 mil por danos morais a passageiros que tiveram negado o pedido de corre&ccedil;&atilde;o de erro na grafia de seus nomes em passagens a&eacute;reas. O entendimento foi de que houve falha na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o, j&aacute; que a corre&ccedil;&atilde;o gratuita &eacute; prevista pela regulamenta&ccedil;&atilde;o da avia&ccedil;&atilde;o civil.</p>
<p>As empresas alegaram que n&atilde;o eram respons&aacute;veis pela altera&ccedil;&atilde;o dos bilhetes ou que atuavam apenas como intermedi&aacute;rias. No entanto, a decis&atilde;o reconheceu que todas fazem parte da cadeia de fornecimento do servi&ccedil;o e respondem de forma conjunta pelos preju&iacute;zos causados aos consumidores.</p>
<p>Como a viagem j&aacute; havia sido realizada, o pedido de corre&ccedil;&atilde;o das passagens perdeu o objeto. Ainda assim, a Justi&ccedil;a concluiu que a recusa em resolver administrativamente a situa&ccedil;&atilde;o gerou inseguran&ccedil;a e obrigou os passageiros a recorrerem ao Judici&aacute;rio, justificando a indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDoConsumidor #PassagensA&eacute;reas #DanosMorais #TransporteA&eacute;reo</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus21.jpeg</url><title>Gol, Decolar e Livelo Indenizarão Passageiros Por Erro em Bilhetes</title><link>https://www.jurisite.com.br/gol-decolar-e-livelo-indenizarao-passageiros-por-erro-em-bilhetes</link></image></item><item><title>Estado de MT Pagará R$ 530 Mil Por Morte de Idosa Que Esperou 15 Dias Por UTI</title><link>https://www.jurisite.com.br/estado-de-mt-pagara-r-530-mil-por-morte-de-idosa-que-esperou-15-dias-por-uti</link><pubDate>2026-07-20 09:25:05</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a de Mato Grosso condenou o Estado a pagar R$ 530 mil por danos morais &agrave; fam&iacute;lia de uma idosa que faleceu ap&oacute;s...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a de Mato Grosso condenou o Estado a pagar R$ 530 mil por danos morais &agrave; fam&iacute;lia de uma idosa que faleceu ap&oacute;s aguardar 15 dias por um leito de UTI. Mesmo com uma decis&atilde;o judicial determinando a transfer&ecirc;ncia em at&eacute; 12 horas, a remo&ccedil;&atilde;o ocorreu apenas nove dias depois do prazo, quando a paciente j&aacute; estava em estado cr&iacute;tico.</p>
<p>Na decis&atilde;o, a magistrada entendeu que houve neglig&ecirc;ncia na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de sa&uacute;de e destacou que o Estado n&atilde;o comprovou ter adotado medidas efetivas para cumprir a ordem judicial. A demora no atendimento impediu que a paciente tivesse acesso ao tratamento especializado no momento necess&aacute;rio.</p>
<p>A senten&ccedil;a aplicou a teoria da perda de uma chance, reconhecendo que, embora n&atilde;o fosse poss&iacute;vel garantir que a transfer&ecirc;ncia evitaria o &oacute;bito, a omiss&atilde;o retirou da paciente a possibilidade concreta de aumentar suas chances de sobreviv&ecirc;ncia. A indeniza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; dividida entre o vi&uacute;vo, os filhos e os netos da v&iacute;tima.</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#Direito&Agrave;Sa&uacute;de #ResponsabilidadeCivil #PoderP&uacute;blico #Justi&ccedil;a</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/images/imagem_2026-07-20_092603788.png</url><title>Estado de MT Pagará R$ 530 Mil Por Morte de Idosa Que Esperou 15 Dias Por UTI</title><link>https://www.jurisite.com.br/estado-de-mt-pagara-r-530-mil-por-morte-de-idosa-que-esperou-15-dias-por-uti</link></image></item><item><title>STJ: Banco Não Precisa Notificar Cliente a Cada Atualização Mensal no SCR</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-banco-nao-precisa-notificar-cliente-a-cada-atualizacao-mensal-no-scr</link><pubDate>2026-07-17 11:00:18</pubDate><description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) decidiu que as institui&ccedil;&otilde;es financeiras n&atilde;o precisam comunicar o cliente a cada...]]></description><content><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) decidiu que as institui&ccedil;&otilde;es financeiras n&atilde;o precisam comunicar o cliente a cada atualiza&ccedil;&atilde;o mensal das informa&ccedil;&otilde;es enviadas ao Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es de Cr&eacute;ditos (SCR) do Banco Central. Para a Corte, basta que o consumidor seja informado antes da primeira inclus&atilde;o dos dados, conforme previsto na regulamenta&ccedil;&atilde;o vigente.</p>
<p>Segundo o entendimento do tribunal, o SCR n&atilde;o &eacute; um cadastro de inadimplentes, mas um sistema de monitoramento das opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito utilizado pelo Banco Central e por institui&ccedil;&otilde;es financeiras autorizadas. Por isso, as atualiza&ccedil;&otilde;es mensais s&atilde;o consideradas um desdobramento natural do contrato de cr&eacute;dito, sem necessidade de novos avisos ao cliente.</p>
<p>Com a decis&atilde;o, o STJ refor&ccedil;a que a comunica&ccedil;&atilde;o inicial atende &agrave;s exig&ecirc;ncias legais e que a aus&ecirc;ncia de notifica&ccedil;&otilde;es mensais n&atilde;o caracteriza falha na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o nem gera direito &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o. O entendimento traz maior seguran&ccedil;a jur&iacute;dica para as institui&ccedil;&otilde;es financeiras quanto ao envio peri&oacute;dico de informa&ccedil;&otilde;es ao SCR.</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#STJ #DireitoBanc&aacute;rio #SCR #SistemaFinanceiro</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/images/imagem_2026-07-17_110119473.png</url><title>STJ: Banco Não Precisa Notificar Cliente a Cada Atualização Mensal no SCR</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-banco-nao-precisa-notificar-cliente-a-cada-atualizacao-mensal-no-scr</link></image></item><item><title>Juiz Nega Prova Testemunhal a Motorista Que Cobra Recompensa Por Pix Errado de R$ 131 Milhões</title><link>https://www.jurisite.com.br/juiz-nega-prova-testemunhal-a-motorista-que-cobra-recompensa-por-pix-errado-de-r-131-milhoes</link><pubDate>2026-07-16 09:19:35</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a negou o pedido de produ&ccedil;&atilde;o de prova testemunhal em a&ccedil;&atilde;o movida por um motorista aut&ocirc;nomo que busca...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a negou o pedido de produ&ccedil;&atilde;o de prova testemunhal em a&ccedil;&atilde;o movida por um motorista aut&ocirc;nomo que busca receber cerca de R$ 13 milh&otilde;es de recompensa ap&oacute;s devolver R$ 131 milh&otilde;es creditados por engano em sua conta. O autor tamb&eacute;m pede indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais, alegando que sofreu preju&iacute;zos ap&oacute;s o epis&oacute;dio.</p>
<p>O recurso apresentado questionava quem comunicou primeiro o erro no dep&oacute;sito, argumento que, segundo o motorista, seria importante para o julgamento do caso. No entanto, o magistrado entendeu que essa discuss&atilde;o n&atilde;o justificava a reabertura da fase de produ&ccedil;&atilde;o de provas, j&aacute; que os documentos anexados ao processo s&atilde;o suficientes para analisar a controv&eacute;rsia.</p>
<p>Ao manter a decis&atilde;o anterior, o juiz destacou que os embargos de declara&ccedil;&atilde;o n&atilde;o podem ser utilizados apenas para rediscutir quest&otilde;es j&aacute; decididas. Com isso, o pedido de prova testemunhal permanece indeferido e o processo seguir&aacute; para julgamento do m&eacute;rito.</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoCivil #Pix #PoderJudici&aacute;rio #Seguran&ccedil;aJur&iacute;dica</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/images/imagem_2026-07-16_091812805.png</url><title>Juiz Nega Prova Testemunhal a Motorista Que Cobra Recompensa Por Pix Errado de R$ 131 Milhões</title><link>https://www.jurisite.com.br/juiz-nega-prova-testemunhal-a-motorista-que-cobra-recompensa-por-pix-errado-de-r-131-milhoes</link></image></item><item><title>NR-1: a Juridicização da Saúde Mental no Trabalho e Seus Reflexos</title><link>https://www.jurisite.com.br/nr-1-a-juridicizacao-da-saude-mental-no-trabalho-e-seus-reflexos</link><pubDate>2026-07-15 09:21:11</pubDate><description><![CDATA[A atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 ampliou as obriga&ccedil;&otilde;es das empresas ao incluir os riscos psicossociais, como ass&eacute;dio,...]]></description><content><![CDATA[<p>A atualiza&ccedil;&atilde;o da NR-1 ampliou as obriga&ccedil;&otilde;es das empresas ao incluir os riscos psicossociais, como ass&eacute;dio, sobrecarga e metas excessivas, no gerenciamento de riscos ocupacionais. A mudan&ccedil;a fortalece a prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de mental no ambiente de trabalho e cria novos par&acirc;metros para a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as ocupacionais, embora parte das san&ccedil;&otilde;es administrativas esteja temporariamente suspensa por decis&atilde;o do STF.</p>
<p>Apesar da suspens&atilde;o de alguns dispositivos punitivos, a norma continua em vigor e exige que as empresas identifiquem, avaliem e controlem os riscos psicossociais. A falta de medidas preventivas pode aumentar a exposi&ccedil;&atilde;o a a&ccedil;&otilde;es trabalhistas, pedidos de indeniza&ccedil;&atilde;o, reconhecimento de doen&ccedil;as ocupacionais e investiga&ccedil;&otilde;es por &oacute;rg&atilde;os fiscalizadores.</p>
<p>Al&eacute;m dos impactos trabalhistas, a NR-1 tamb&eacute;m pode gerar reflexos previdenci&aacute;rios e financeiros. Aumento de afastamentos por transtornos mentais pode elevar encargos como RAT e FAP, al&eacute;m de abrir espa&ccedil;o para a&ccedil;&otilde;es regressivas do INSS. Por isso, investir em gest&atilde;o de riscos psicossociais e manter documenta&ccedil;&atilde;o adequada tornou-se uma medida essencial para reduzir passivos e garantir conformidade.</p>
<p>Fonte: Fenacon</p>
<p>#NR1 #Sa&uacute;deMentalNoTrabalho #DireitoDoTrabalho #Gest&atilde;oEmpresarial</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/images/imagem_2026-07-15_091941881.png</url><title>NR-1: a Juridicização da Saúde Mental no Trabalho e Seus Reflexos</title><link>https://www.jurisite.com.br/nr-1-a-juridicizacao-da-saude-mental-no-trabalho-e-seus-reflexos</link></image></item></channel></rss>