<?xml version='1.0' encoding='utf-8'?><rss version='2.0'><channel><item><title>"Brincar de Fazer Filho": Consultora Será Indenizada por Assédio Sexual e Moral</title><link>https://www.jurisite.com.br/brincar-de-fazer-filho-consultora-sera-indenizada-por-assedio-sexual-e-moral</link><pubDate>2026-09-11 08:59:53</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a do Trabalho de S&atilde;o Paulo condenou uma empresa de consultoria em recursos humanos a indenizar em R$ 60 mil uma trabalhadora...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a do Trabalho de S&atilde;o Paulo condenou uma empresa de consultoria em recursos humanos a indenizar em R$ 60 mil uma trabalhadora v&iacute;tima de ass&eacute;dio sexual e moral. As provas demonstraram que um colega fazia investidas de cunho sexual, incluindo toques sem consentimento, coment&aacute;rios inadequados e gestos de natureza sexual.</p>
<p>A trabalhadora comunicou os epis&oacute;dios &agrave; empresa, que realizou investiga&ccedil;&atilde;o interna e dispensou o funcion&aacute;rio apontado como respons&aacute;vel. Por&eacute;m, segundo o processo, ap&oacute;s a den&uacute;ncia, seu superior hier&aacute;rquico passou a submet&ecirc;-la a cobran&ccedil;as desproporcionais e cr&iacute;ticas vexat&oacute;rias diante dos colegas. A conduta foi reconhecida como ass&eacute;dio moral, levando a trabalhadora a pedir demiss&atilde;o.</p>
<p>A decis&atilde;o fixou R$ 40 mil por ass&eacute;dio sexual e R$ 20 mil por ass&eacute;dio moral. Na an&aacute;lise, tamb&eacute;m foi aplicado o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de G&ecirc;nero do CNJ e considerada a dificuldade de obten&ccedil;&atilde;o de provas em casos de viol&ecirc;ncia e ass&eacute;dio no ambiente de trabalho. As empresas ainda foram condenadas por litig&acirc;ncia de m&aacute;-f&eacute;, com multa de 10% sobre o valor da causa e indeniza&ccedil;&atilde;o processual adicional de 5%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoTrabalhista #Ass&eacute;dioSexual #Ass&eacute;dioMoral #AmbienteDeTrabalho</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus11(4).jpeg</url><title>"Brincar de Fazer Filho": Consultora Será Indenizada por Assédio Sexual e Moral</title><link>https://www.jurisite.com.br/brincar-de-fazer-filho-consultora-sera-indenizada-por-assedio-sexual-e-moral</link></image></item><item><title>Médica e Clínica Pagarão Mulher após Falha em Implante Contraceptivo</title><link>https://www.jurisite.com.br/medica-e-clinica-pagarao-mulher-apos-falha-em-implante-contraceptivo</link><pubDate>2026-09-10 10:26:10</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a de Santa Catarina condenou uma m&eacute;dica e uma cl&iacute;nica ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais a uma mulher que...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a de Santa Catarina condenou uma m&eacute;dica e uma cl&iacute;nica ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais a uma mulher que engravidou ap&oacute;s se submeter &agrave; coloca&ccedil;&atilde;o de um implante contraceptivo. A per&iacute;cia concluiu que o dispositivo n&atilde;o havia sido inserido no bra&ccedil;o da paciente e tamb&eacute;m identificou falhas nas orienta&ccedil;&otilde;es e no acompanhamento ap&oacute;s o procedimento.</p>
<p>A mulher procurou a cl&iacute;nica ap&oacute;s voltar a menstruar e questionou a possibilidade de gravidez, mas recebeu a orienta&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o haveria risco. Semanas depois, confirmou a gesta&ccedil;&atilde;o e o implante n&atilde;o foi localizado, inclusive ap&oacute;s ultrassonografia que examinou toda a extens&atilde;o do bra&ccedil;o. A per&iacute;cia afastou a possibilidade de migra&ccedil;&atilde;o do dispositivo e concluiu que ele deveria ter sido identificado caso tivesse sido corretamente implantado.</p>
<p>Diante das falhas t&eacute;cnicas e da aus&ecirc;ncia de acompanhamento adequado, a m&eacute;dica foi responsabilizada por imper&iacute;cia e neglig&ecirc;ncia, enquanto a cl&iacute;nica responder&aacute; solidariamente. Al&eacute;m da indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais, dever&atilde;o ser ressarcidas as despesas comprovadas com exames, consultas de pr&eacute;-natal e parto. O pedido de pens&atilde;o mensal at&eacute; os 21 anos do filho foi rejeitado, e a fabricante do contraceptivo n&atilde;o foi responsabilizada por n&atilde;o haver defeito no produto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDoConsumidor #ResponsabilidadeCivil #ErroM&eacute;dico #DanosMorais</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus10(6).jpeg</url><title>Médica e Clínica Pagarão Mulher após Falha em Implante Contraceptivo</title><link>https://www.jurisite.com.br/medica-e-clinica-pagarao-mulher-apos-falha-em-implante-contraceptivo</link></image></item><item><title>Filho Abandonado por Orientação Sexual Será Indenizado pelos Pais em R$ 100 Mil</title><link>https://www.jurisite.com.br/filho-abandonado-por-orientacao-sexual-sera-indenizado-pelos-pais-em-r-100-mil</link><pubDate>2026-09-09 09:37:51</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a de Santa Catarina condenou os pais de um adolescente ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais, em raz&atilde;o de abandono...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a de Santa Catarina condenou os pais de um adolescente ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais, em raz&atilde;o de abandono afetivo e viol&ecirc;ncia psicol&oacute;gica ap&oacute;s o jovem revelar sua orienta&ccedil;&atilde;o sexual. Segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, o adolescente sofreu amea&ccedil;as, foi expulso de casa e teve sua vida privada exposta pelo pai nas redes sociais.</p>
<p>O Conselho Tutelar acolheu o jovem em agosto de 2025. Durante o processo, uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica identificou pr&aacute;ticas autorit&aacute;rias, neglig&ecirc;ncia afetiva, viol&ecirc;ncia psicol&oacute;gica e rejei&ccedil;&atilde;o &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o sexual do adolescente no ambiente familiar. O laudo tamb&eacute;m apontou sentimentos de abandono e inseguran&ccedil;a afetiva decorrentes do tratamento recebido.</p>
<p>A decis&atilde;o refor&ccedil;a que a responsabiliza&ccedil;&atilde;o dos pais n&atilde;o est&aacute; relacionada &agrave; obriga&ccedil;&atilde;o de sentir afeto, mas ao dever jur&iacute;dico de cuidado, prote&ccedil;&atilde;o e acolhimento dos filhos. A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal e o Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente asseguram a crian&ccedil;as e adolescentes o direito &agrave; prote&ccedil;&atilde;o, ao respeito e &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o de sua dignidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDeFam&iacute;lia #AbandonoAfetivo #DireitoDaCrian&ccedil;aEAdolescente #DireitosHumanos</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus09(4).jpeg</url><title>Filho Abandonado por Orientação Sexual Será Indenizado pelos Pais em R$ 100 Mil</title><link>https://www.jurisite.com.br/filho-abandonado-por-orientacao-sexual-sera-indenizado-pelos-pais-em-r-100-mil</link></image></item><item><title>STF Fixa Renda de R$ 5 Mil como Parâmetro para Justiça Gratuita Trabalhista</title><link>https://www.jurisite.com.br/stf-fixa-renda-de-r-5-mil-como-parametro-para-justica-gratuita-trabalhista</link><pubDate>2026-09-08 09:21:31</pubDate><description><![CDATA[O STF decidiu estabelecer novos crit&eacute;rios para a concess&atilde;o da Justi&ccedil;a gratuita trabalhista. A Corte considerou inconstitucional...]]></description><content><![CDATA[<p>O STF decidiu estabelecer novos crit&eacute;rios para a concess&atilde;o da Justi&ccedil;a gratuita trabalhista. A Corte considerou inconstitucional o par&acirc;metro de 40% do teto do RGPS e definiu que pessoas com renda de at&eacute; R$ 5 mil ter&atilde;o presun&ccedil;&atilde;o relativa de insufici&ecirc;ncia de recursos. Acima desse valor, ser&aacute; necess&aacute;rio comprovar concretamente a incapacidade financeira.</p>
<p>A presun&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; absoluta: mesmo quem recebe at&eacute; R$ 5 mil poder&aacute; ter o benef&iacute;cio negado se houver patrim&ocirc;nio ou renda familiar incompat&iacute;veis com a alegada hipossufici&ecirc;ncia. O magistrado tamb&eacute;m poder&aacute; solicitar documentos adicionais. A regra ser&aacute; aplicada aos processos ajuizados ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o da ata do julgamento e, at&eacute; nova legisla&ccedil;&atilde;o, dever&aacute; alcan&ccedil;ar os diferentes ramos do Judici&aacute;rio, com exce&ccedil;&atilde;o dos Juizados Especiais.</p>
<p>A decis&atilde;o tamb&eacute;m declarou inconstitucional a S&uacute;mula 463, I, do TST e determinou que o valor de refer&ecirc;ncia acompanhe futuras atualiza&ccedil;&otilde;es da legisla&ccedil;&atilde;o do Imposto de Renda ou, na aus&ecirc;ncia delas, seja corrigido pelo IPCA. A mudan&ccedil;a busca estabelecer crit&eacute;rios mais objetivos para a concess&atilde;o da gratuidade, equilibrando o acesso &agrave; Justi&ccedil;a com a necessidade de comprova&ccedil;&atilde;o da real insufici&ecirc;ncia financeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#Justi&ccedil;aGratuita #DireitoTrabalhista #STF #Acesso&Agrave;Justi&ccedil;a</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus08(2).jpeg</url><title>STF Fixa Renda de R$ 5 Mil como Parâmetro para Justiça Gratuita Trabalhista</title><link>https://www.jurisite.com.br/stf-fixa-renda-de-r-5-mil-como-parametro-para-justica-gratuita-trabalhista</link></image></item><item><title>Cadela Terá Convivência Compartilhada entre Ex-Casal, Decide STJ</title><link>https://www.jurisite.com.br/cadela-tera-convivencia-compartilhada-entre-ex-casal-decide-stj</link><pubDate>2026-09-04 09:22:34</pubDate><description><![CDATA[A 4&ordf; turma do STJ reconheceu a copropriedade de Nala, uma golden retriever de 11 anos, e garantiu ao ex-companheiro o direito de continuar...]]></description><content><![CDATA[<p>A 4&ordf; turma do STJ reconheceu a copropriedade de Nala, uma golden retriever de 11 anos, e garantiu ao ex-companheiro o direito de continuar convivendo com a cadela ap&oacute;s o fim do relacionamento. A decis&atilde;o restabeleceu a altern&acirc;ncia de conviv&ecirc;ncia entre os dois e o compartilhamento das despesas necess&aacute;rias &agrave; sa&uacute;de e ao bem-estar do animal.</p>
<p>O caso envolveu uma disputa sobre a posse exclusiva da cadela. Embora o Tribunal de origem tenha entendido que ela pertencia exclusivamente &agrave; mulher, o STJ considerou comprovada a participa&ccedil;&atilde;o de ambos nos cuidados e na assist&ecirc;ncia material e afetiva prestada ao longo do relacionamento. Para o colegiado, essas circunst&acirc;ncias justificam a posse conjunta e a divis&atilde;o do tempo de conviv&ecirc;ncia.</p>
<p>A decis&atilde;o tamb&eacute;m destacou que o compartilhamento n&atilde;o decorre da aplica&ccedil;&atilde;o das regras de guarda do Direito de Fam&iacute;lia, mas do reconhecimento da copropriedade do animal. Assim, foram restabelecidas a conviv&ecirc;ncia alternada e a divis&atilde;o das despesas indispens&aacute;veis &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e do bem-estar de Nala.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDeFam&iacute;lia #DireitoAnimal #Conviv&ecirc;nciaCompartilhada #STJ</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus04(3).jpeg</url><title>Cadela Terá Convivência Compartilhada entre Ex-Casal, Decide STJ</title><link>https://www.jurisite.com.br/cadela-tera-convivencia-compartilhada-entre-ex-casal-decide-stj</link></image></item><item><title>STJ Anula Decisão em Ação que Questiona Partilha por Abalo Emocional</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-anula-decisao-em-acao-que-questiona-partilha-por-abalo-emocional</link><pubDate>2026-09-03 09:48:17</pubDate><description><![CDATA[A 3&ordf; turma do STJ anulou uma decis&atilde;o em processo que discute a validade de um acordo de partilha firmado durante um div&oacute;rcio. O...]]></description><content><![CDATA[<p>A 3&ordf; turma do STJ anulou uma decis&atilde;o em processo que discute a validade de um acordo de partilha firmado durante um div&oacute;rcio. O colegiado determinou o retorno do caso ao Tribunal de origem por entender que houve viola&ccedil;&atilde;o ao direito constitucional de defesa.</p>
<p>A a&ccedil;&atilde;o foi apresentada por uma das partes, que busca anular a partilha alegando que estava emocionalmente desequilibrada quando assinou o acordo. No entanto, o STJ n&atilde;o analisou se o abalo emocional seria suficiente para invalidar a decis&atilde;o. O entendimento foi de que essa quest&atilde;o dever&aacute; ser examinada posteriormente pela inst&acirc;ncia respons&aacute;vel pelo processo.</p>
<p>Durante o julgamento, a relatora destacou que o fim de um casamento pode provocar forte impacto emocional, mas alertou que esse fator, isoladamente, n&atilde;o deve levar automaticamente &agrave; anula&ccedil;&atilde;o de acordos. Assim, o processo retorna &agrave; origem para que o direito de defesa seja assegurado e a quest&atilde;o seja devidamente analisada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDeFam&iacute;lia #Div&oacute;rcio #PartilhaDeBens #STJ</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus03(5).jpeg</url><title>STJ Anula Decisão em Ação que Questiona Partilha por Abalo Emocional</title><link>https://www.jurisite.com.br/stj-anula-decisao-em-acao-que-questiona-partilha-por-abalo-emocional</link></image></item><item><title>TJ/MG: Banco Restituirá R$ 98 Mil por Transações Após Furto de Celular</title><link>https://www.jurisite.com.br/tj-mg-banco-restituira-r-98-mil-por-transacoes-apos-furto-de-celular</link><pubDate>2026-09-02 09:51:36</pubDate><description><![CDATA[Um banco foi condenado a restituir R$ 98.562 a uma consumidora por transa&ccedil;&otilde;es fraudulentas realizadas ap&oacute;s o furto de seu...]]></description><content><![CDATA[<p>Um banco foi condenado a restituir R$ 98.562 a uma consumidora por transa&ccedil;&otilde;es fraudulentas realizadas ap&oacute;s o furto de seu celular. O TJ/MG entendeu que as movimenta&ccedil;&otilde;es destoavam do perfil habitual da cliente e que a institui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o comprovou ter adotado medidas suficientes para identificar e impedir as opera&ccedil;&otilde;es suspeitas.</p>
<p>O furto ocorreu em agosto de 2024 e, no mesmo dia, a consumidora identificou transa&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o reconhecia. Ela comunicou o banco e tentou resolver a situa&ccedil;&atilde;o administrativamente, mas, diante da negativa, buscou a Justi&ccedil;a. A institui&ccedil;&atilde;o alegou que as opera&ccedil;&otilde;es haviam sido realizadas com o aparelho furtado e que n&atilde;o existia falha em seus mecanismos de seguran&ccedil;a.</p>
<p>Na decis&atilde;o, o colegiado considerou que opera&ccedil;&otilde;es de valor elevado e incompat&iacute;veis com o hist&oacute;rico da cliente deveriam ter acionado mecanismos de seguran&ccedil;a. Al&eacute;m da restitui&ccedil;&atilde;o integral dos valores, os danos morais foram mantidos, mas reduzidos de R$ 10 mil para R$ 5 mil, considerando decis&otilde;es semelhantes. O entendimento refor&ccedil;a a responsabilidade dos bancos diante de movimenta&ccedil;&otilde;es at&iacute;picas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDoConsumidor #Seguran&ccedil;aBanc&aacute;ria #FraudeBanc&aacute;ria #ResponsabilidadeCivil</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus02(5).jpeg</url><title>TJ/MG: Banco Restituirá R$ 98 Mil por Transações Após Furto de Celular</title><link>https://www.jurisite.com.br/tj-mg-banco-restituira-r-98-mil-por-transacoes-apos-furto-de-celular</link></image></item><item><title>TST: Cabe à Justiça Comum Julgar Descredenciamento de Motorista da Uber</title><link>https://www.jurisite.com.br/tst-cabe-a-justica-comum-julgar-descredenciamento-de-motorista-da-uber</link><pubDate>2026-09-01 10:10:13</pubDate><description><![CDATA[A 1&ordf; Turma do TST decidiu que cabe &agrave; Justi&ccedil;a comum analisar a a&ccedil;&atilde;o de um motorista que busca a...]]></description><content><![CDATA[<p>A 1&ordf; Turma do TST decidiu que cabe &agrave; Justi&ccedil;a comum analisar a a&ccedil;&atilde;o de um motorista que busca a reativa&ccedil;&atilde;o de seu cadastro na Uber e indeniza&ccedil;&otilde;es pelos preju&iacute;zos causados pelo bloqueio. O entendimento considerou que, como n&atilde;o havia pedido de reconhecimento de v&iacute;nculo de emprego ou de verbas trabalhistas, a discuss&atilde;o possui natureza civil.</p>
<p>O motorista foi descredenciado ap&oacute;s a plataforma identificar movimenta&ccedil;&otilde;es consideradas irregulares em sua conta. Ele alegou ter sido v&iacute;tima de fraude ap&oacute;s o celular ser clonado e pediu a reativa&ccedil;&atilde;o do cadastro, al&eacute;m de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais e lucros cessantes. As inst&acirc;ncias anteriores haviam entendido que a empresa n&atilde;o comprovou adequadamente a infra&ccedil;&atilde;o atribu&iacute;da ao profissional.</p>
<p>No TST, prevaleceu o entendimento de que pedidos limitados &agrave; reativa&ccedil;&atilde;o da conta e relacionados ao contrato firmado com a plataforma devem ser analisados pela Justi&ccedil;a comum. O processo ser&aacute; remetido ao ju&iacute;zo competente, e a ordem de recadastramento do motorista fica suspensa at&eacute; nova decis&atilde;o. O entendimento tamb&eacute;m est&aacute; alinhado a precedentes do STJ sobre casos semelhantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas</p>
<p>#DireitoDoTrabalho #TST #MotoristasDeAplicativo #DireitoCivil</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus01(3).jpeg</url><title>TST: Cabe à Justiça Comum Julgar Descredenciamento de Motorista da Uber</title><link>https://www.jurisite.com.br/tst-cabe-a-justica-comum-julgar-descredenciamento-de-motorista-da-uber</link></image></item><item><title>Juiz Vê Juros Abusivos em Empréstimo e Reduz Taxa de 7,75% para 4,38%</title><link>https://www.jurisite.com.br/juiz-ve-juros-abusivos-em-emprestimo-e-reduz-taxa-de-775-para-438</link><pubDate>2026-08-31 09:55:35</pubDate><description><![CDATA[A Justi&ccedil;a reconheceu como abusiva a cobran&ccedil;a de juros de 7,75% ao m&ecirc;s em um contrato de empr&eacute;stimo pessoal e determinou a...]]></description><content><![CDATA[<p>A Justi&ccedil;a reconheceu como abusiva a cobran&ccedil;a de juros de 7,75% ao m&ecirc;s em um contrato de empr&eacute;stimo pessoal e determinou a redu&ccedil;&atilde;o da taxa para 4,38% mensais. A decis&atilde;o tamb&eacute;m estabeleceu a restitui&ccedil;&atilde;o dos valores pagos a maior pela consumidora.</p>
<p>No caso, a taxa contratada correspondia a 144,91% ao ano, enquanto a m&eacute;dia de mercado para a modalidade no per&iacute;odo era de 2,92% ao m&ecirc;s. O magistrado considerou que o percentual cobrado superava significativamente o par&acirc;metro de mercado e gerava desvantagem excessiva &agrave; consumidora, justificando a revis&atilde;o do contrato.</p>
<p>Al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o dos juros, a decis&atilde;o afastou os encargos morat&oacute;rios relacionados &agrave;s parcelas revisadas e determinou que o banco n&atilde;o inclua nem mantenha o nome da consumidora em cadastros de inadimplentes em raz&atilde;o do contrato. Os valores cobrados indevidamente dever&atilde;o ser apurados e restitu&iacute;dos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Migalhas&nbsp;</p>
<p>#DireitoDoConsumidor #JurosAbusivos #Empr&eacute;stimo #Revis&atilde;oContratual</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus31(1).jpeg</url><title>Juiz Vê Juros Abusivos em Empréstimo e Reduz Taxa de 7,75% para 4,38%</title><link>https://www.jurisite.com.br/juiz-ve-juros-abusivos-em-emprestimo-e-reduz-taxa-de-775-para-438</link></image></item><item><title>Acordo Extrajudicial Homologado Deve ser Questionado por Ação Anulatória</title><link>https://www.jurisite.com.br/acordo-extrajudicial-homologado-deve-ser-questionado-por-acao-anulatoria</link><pubDate>2026-08-28 10:12:42</pubDate><description><![CDATA[A SDI-6 do TRT-2 extinguiu, sem resolu&ccedil;&atilde;o do m&eacute;rito, uma a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria apresentada por um trabalhador que...]]></description><content><![CDATA[<p>A SDI-6 do TRT-2 extinguiu, sem resolu&ccedil;&atilde;o do m&eacute;rito, uma a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria apresentada por um trabalhador que pretendia desconstituir a homologa&ccedil;&atilde;o de um acordo extrajudicial. O colegiado entendeu que alega&ccedil;&otilde;es de v&iacute;cio de consentimento, fraude ou simula&ccedil;&atilde;o devem ser discutidas por meio de a&ccedil;&atilde;o anulat&oacute;ria.</p>
<p>No caso, o trabalhador afirmou ter sido induzido a erro ao assinar um documento que acreditava estar relacionado ao recebimento de uma bonifica&ccedil;&atilde;o. Posteriormente, descobriu que o documento correspondia a um acordo submetido &agrave; Justi&ccedil;a do Trabalho para homologa&ccedil;&atilde;o. O tribunal destacou que o acordo extrajudicial ocorre em jurisdi&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria e n&atilde;o possui a mesma natureza de um acordo judicial celebrado em processo contencioso.</p>
<p>Segundo o entendimento adotado, eventuais irregularidades atingem diretamente o neg&oacute;cio jur&iacute;dico que deu origem ao acordo, e n&atilde;o apenas o ato de homologa&ccedil;&atilde;o. Por isso, a a&ccedil;&atilde;o anulat&oacute;ria &eacute; o instrumento adequado para questionar a validade do ajuste, enquanto a a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria n&atilde;o se aplica ao caso. Com esse fundamento, o TRT-2 encerrou o processo sem analisar o m&eacute;rito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal Cont&aacute;beis&nbsp;</p>
<p>#DireitoTrabalhista #A&ccedil;&atilde;oAnulat&oacute;ria #TRT2 #AcordoExtrajudicial</p>]]></content><image><url>https://www.jurisite.com.br/assets/uploads/files/jus28(3).jpeg</url><title>Acordo Extrajudicial Homologado Deve ser Questionado por Ação Anulatória</title><link>https://www.jurisite.com.br/acordo-extrajudicial-homologado-deve-ser-questionado-por-acao-anulatoria</link></image></item></channel></rss>