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JORNADA – Guarda compartilhada e alienação parental

Quando:
29 de junho de 2017 – 1 de julho de 2017 dia inteiro
2017-06-29T00:00:00-03:00
2017-07-02T00:00:00-03:00
Onde:
Leblon
Av. Ataulfo de Paiva
135 / 18 andar
Rio de Janeiro
Custo
Membros FEBRAPSI R$ 250,00 | Candidatos FEBRAPSI R$ 220,00 | Profissionais / Público Externo R$ 280,00 | Estudantes universitários R$ 220,00
Contato:
SBPRJR
(21) 2537-1115
JORNADA - Guarda compartilhada e alienação parental @ Leblon

No dia 30 de junho, sexta-feira, às 09h, a advogada e psicóloga Alexandra Ullmann, especialista em Direito de Família e a psicóloga Renata Bento, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro e perita em Vara de Família , debatem sobre “A escuta de crianças e famílias em litígio – o laudo e o tratamento , para que servem? uma visão interdisciplinar.

A Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro realizará nos dias dias 29 , 30 de junho e 1 de julho, a Jornada: Guarda Compartilhada/ Alienação Parental: quando a conjugalidade termina e a parentalidade precisa seguir.

O objetivo de organizarmos esta Jornada surgiu da necessidade de conhecermos e aprofundarmos uma visão interdisciplinar de profissionais sobre esta temática. 

A ideia de que a parentalidade precisa seguir, quando a conjugalidade chega ao fim, é o ponto central e o maior desafio principalmente quando um dos cônjuges não aceita a separação, quando ambos possuem uma certeza tácita em suas convicções antagônicas, e a hostilidade e a agressividade entre eles inundam o mundo da criança.  

Os filhos, não raras vezes, encontram- se diante de impasses familiares e sem compreender o que se passa entre os pais ficam muito angustiados, confusos, inseguros e muitas vezes adoecem. Estas crianças ao mesmo tempo são desejosas da continuidade da convivência com ambos os genitores e são também espectadoras da decisão alheia à sua vontade. Somado a isto tudo a ambivalência natural que a criança vivencia em relação às figuras parentais pode encontrar num ou no outro genitor uma aliança que fomenta a retaliação, a culpa e uma possível consequente apresentação de sintomas. Neste sentido, gostaria de ressaltar a importância de um espaço psicanalítico para a “escuta da criança”. E, a discussão a partir deste viés também será contemplada na Jornada.

 A possibilidade de se pactuar entre os genitores a Guarda Compartilhada, com as responsabilidades materna e paterna sendo exercidas, sem um tentar alienar o outro do convívio com o filho, parece uma solução satisfatória. Há muitas controvérsias neste delicado processo de construção de um novo modus operandi de convivência entre os membros familiares envolvidos. 

Esta complexa teia de relações, que se dá no rompimento da conjugalidade, nos levou a elaborar o programa que segue abaixo, buscando abranger uma visão multidisciplinar através de nossos convidados: magistrados, advogados, psicanalistas da área de família, psicanalistas de crianças e adolescentes, psicanalistas/psicólogos peritos em vara de família. Além das palestras destes profissionais, contaremos com a exibição de um filme que aborda o tema da Jornada, seguido de comentários e debate. 

As inscrições já encontram-se abertas e sua presença será muito bem-vinda! Até lá!          


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