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Mulher que sofreu danos após escova progressiva não será indenizada

Uma mulher teve queda de cabelo após realizar uma escova progressiva (alisamento capilar), por essa razão ingressou com ação judicial contra a cabeleireira pleiteando indenização pelo dano causado.

Em primeira instância, seu pedido foi julgado improcedente. Inconformada, recorreu ao TJRS, que por sua vez, manteve a decisão.

De acordo com o relator, Desembargador Carlos Eduardo Richinitti, é de conhecimento comum que procedimentos químicos realizados nos cabelos alteram as características naturais do fio e podem causar danos ao couro cabeludo.

Nas palavras do desembargador “Dessa forma, alguns efeitos da química são tacitamente aceitos pela pessoa que se submete a procedimentos em busca do embelezamento. Um desses efeitos, em especial quando se trata de alisamento capilar – a popular escova progressiva -, é a redução do volume e enfraquecimento do fio. Com efeito, não veio aos autos nenhum indício que a autora tenha sido acometida por alguma espécie moléstia capilar.”

Fonte: Jurisite


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