Vale tudo em um julgamento?

Durante o julgamento do caso da boate kiss onde mais de 200 pessoas morreram, a advogada de defesa usou uma carta psicografada de uma das vítimas para defender seu cliente, não é um caso isolado pois já houveram outras situações semelhantes, a pergunta é.

Até que ponto essa atitude é aceitável?

Qual é o limite do uso de provas que fogem das habituais para temas subjetivos como o caso da carta em questão?

A resposta fica muito a critério do Juiz que julga a ação podendo levar em consideração ou não, ou seja sempre será uma possibilidade, mas dependerá de análises.


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