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Trabalho e Indenização: Situações Comuns Que Geram Direitos ao Funcionário e Lideram Ações Trabalhistas
Práticas comuns no ambiente de trabalho podem gerar riscos jurídicos quando desrespeitam a legislação. Em 2025, o número de ações trabalhistas atingiu o maior volume desde 2017, impulsionado principalmente por pedidos relacionados a horas extras, verbas rescisórias e adicionais legais. Muitas dessas demandas surgem de situações recorrentes que o trabalhador, por desconhecimento, tende a aceitar como normais.
Entre os principais motivos de indenização estão o descumprimento reiterado de obrigações do empregador, como atrasos salariais, não pagamento de horas extras, férias ou FGTS, o acúmulo ou desvio de função sem reajuste salarial e o assédio moral. Ambientes marcados por cobranças excessivas, humilhações, metas abusivas ou discriminação podem gerar indenização por danos morais e até justificar a rescisão indireta do contrato.
Também ganham destaque as doenças ocupacionais, como LER e DORT, ligadas a esforço repetitivo, má postura e ausência de pausas. Quando comprovado o nexo com o trabalho, o empregado pode ter direito a indenizações, estabilidade provisória e outras garantias. A atenção aos sinais e a busca por orientação especializada são medidas essenciais para evitar prejuízos financeiros, emocionais e à saúde.
Fonte: Portal Contábeis
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