Em resposta, o STJ acolheu o pedido e passou a adotar a nomenclatura no feminino, adequando a identificação das profissionais.
Ao comentar a mudança, a advogada destacou o caráter coletivo da iniciativa, ressaltando que o reconhecimento alcança todas as mulheres na advocacia. Segundo ela, a utilização correta do termo representa não apenas precisão linguística, mas também respeito institucional e identidade profissional.
Fonte: www.migalhas.com.br